sexta-feira, 12 de julho de 2013

capitulo 5

Rhouzylli on...........

Depois que o Luan saiu minha tia veio avisar que marcou psicologo para mim e que meu pai ia passar pela cirurgia e ela ja tinha resolvido tudo pro enterro da minha mãe e que ela ia me leva em casa para mim toma banho, quando chega a keite e alguns parentes meus e os pais dela.

- oi amiga! - ela me deu um abraço com carinha de dó de mim.

-como esta seus pais? - a keite pergunto preocupada.

- meu pai ta passando por uma cirurgia na perna esquerda eu acho!

- eu falei me aguentando pra não chora.

- e a tia rafaella como ela ta, ela esta bem? - a keite pergunto parecendo aliviada por eu não ter falado nada da minha mãe.

- bom keite,.... ela morreu! - eu cai no choro e ela me abraço forte.

-ela morreu keite e a culpa é minha, eu que devia ter ido com meu pai e não ela! - eu disse ainda chorando.

- não amiga a culpa não é sua! - ela dizia pra me conforta.

Meus tio e minha madrinha me levaram pra casa para mim tomar um banho colocar uma roupa mais confortável e comer algo, a keite foi comigo, aproveitei no banho pra chora sai do banho e coloquei essa roupa:





depois fui ate a sala onde estava meus parente que aproveitaram pra fica por causa de minha mãe.

-Rhouzylli venha aqui! - minha madrinha chamo na cozinha, e eu lembrei de mais cedo quando minha mãe havia me chamado pra eu ir com meu pai e eu não fui e isso me fez senti mau meu coração batia despedaçado.

- que foi madrinha? - perguntei me aguentando pra não chora quando cheguei na cozinha.

- aqui ho, coma um pouco! - ela me entrego um prato com o pastelão que minha mãe havia feito, quando peguei o prato cai novamente no choro.

Minha madrinha não falo nada só me abraçou forte. Eu não comi apenas olhava pra comida que minha mãe fez e eu lembrava das vezes que fizemos comida juntas. Ai chega a keite na cozinha me tirando daqueles pensamento.

-oi amiga! - ela falo triste com voz suave.

-ha oi keite! - falei empurrando o prato.

- tem que come! - ela falo apontando para o prato.

- não tenho fome! - falei abaixando a cabeça apoiando na mesa.

-haa tua tia Lidia falo que você desmaio no hospital!- ela falo pra puxa assunto.

- é sim desmaie mas um garoto me seguro mas mesmo assim caímos, pelo menos não bati a cabeça.- falei desanimada.

-hoo Rhouzy e ele era bonito? - ela pergunto curiosa.

- Era sim muito lindo, embora não tenha reparado muito nele, ele parece ser do interior ,por que ele falava ocê no lugar de você! - falei lembrando do meu desmaio.

- não pego o número dele? como era o nome dele?- ela falo dando um sorriso de canto.

- não né keite, ainda mais nessa situação toda, e também si não tivesse tudo assim também não teria pegado o número dele do mesmo jeito! o nome dele é Luan!- disse seria.

- ta tudo bem! - ela falo com cara triste. - mas enfim , achei lindo o nome dele , Luan gamei! - ela falo sorrindo me fazendo da um sorriso no canto da boca.

Depois disso ficamos todos em silêncio minha madrinha veio avisa que estavam levando minha mãe na catedral num salão, eu fui lá, fiquei o tempo todo ao lado do caixão ela estava com um machucado horrível próximo a orelha direita o que provavelmente fez ela partir.

Na manhã seguinte quiseram me leva pra casa mas eu não quis ir e as vezes chorava, meu pai já tinha sido operado e com muita insistência levaram ele lá no velório, ele quando me viu ali ao lado de minha mãe chorou e eu fui e abracei ele pois ele estava numa cadeira de roda por causa da operação.De tarde fui ao enterro da minha mãe, eu estava tão desesperada que acabei caindo em cima do caixão da minha mãe eu gritava!

- não mãe, não mãe, não mãe , não me deixa! - eu gritava em meio ao choro batendo no caixão

meu tio e padrinho me tiram de lá e eu joguei uma rosa branca e uma orquídea roxa que era a flor preferida dela, depois disso meu tio me tiro de lá e eu fui pra casa.

Os dias se passaram e meu pai veio pra casa, eu mau comia e meu padrinho e minha madrinha que cuidavam do meu pai, minhas amigas vinham todo dia na minha casa me consolar, mas eu não queria consolo queria minha mãe ali comigo.


Eu ia todo dia no tumulo dela e ficava horas lá, eu já tinha perdido muita aula e mau prestava atenção nós dias que eu ia, na psicóloga que eu ia a cada dois dias era bom me fazia bem, e assim o tempo passo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário